segunda-feira, 18 de maio de 2009

Vergonha....


Olá meninas, se é que ainda existem meninas que me visitam, pelo que vejo não muitas, ok, vou dizer qual é o Rap...rsrsrs.Muita novela é isso que dá oseisoeisoei...
Estou entrando em minhas calças 36, isso mesmo 36, tô me sentido ainda aquela porca gorda de sempre, mas satisfeita por mesmo sem vir aqui não ter enfiado o pé na jaca, espero que todas estejam ao mesmo passo. Aquele papo do mundo indiferente a mim, esqueçam, decidi ou melhor concluí que sou mais que somente mais uma na busca pelo corpo perfeito, foda-se o que o mundo acha, afinal se sou mia não foi uma escolha minha, não sou a garota feliz e descobri mais ainda que quanto mais bonita somos mais depressivas ficamos, por isso estarei paradoxalmente satisfeita quando estiver triste pois sei que estarei ficando cada vez mais bela.
Não quero ser feliz, quero mais, quero o corpo dos meus sonhos, com saboneteiras fundas, pernas finas, rosto chupado isso mesmo e se alguém disser que não esta legal então eu direi: E daí, eu me gosto assim e me quero assim...E quando eu pensar que o mundo virou as costas para mim e que não existem mais amigos lembrarei do meu único objetivo: Ser magra, esquelética e principalmente linda e então concluirei, assim como ja conclui, que amigos só te querem quando você esta feliz, e eu não estarei feliz enquanto não sentir os ossos da minha coluna vertebral como se não houvesse pele os recobrindo.
A única coisa de que posso me arrepender é de ter sido fraca tantas vezes que poderia ter ido mais além e que não fui por não ter aderido ao auto controle, não importa quantas vezes terei que recomeçar o que importa é que nunca vou parar, o bom da vida não é dizer que não houveram obstáculos mas sim que você pode vencê-los...

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Talvez eu pudesse...


Acho que talvez eu poderia parecer ao menos normal, mas a única coisa de que sou capaz é de me sentir infeliz mesmo nos momentos mais felizes. Quantas vezes não me vi sentada chorando por conta de algo que seria fútil ou sem razão para outro alguém, mas que para mim fazia todo sentido, e que alimentava minhas ânsias da vida.
Tenho sido apenas mais um lixo humano no mundo, em busca de algo quase impossível, tenho me esforçado, as vezes julgando-me com a razão jogado o esforço pela janela e depois o único sentimento eminente é o de revolta por ter que recomeçar do zero ou talvez do meio, quando seria mais que capaz de ir além, mas.sem forças, sem amor próprio.
Como posso amar a mim mesma se sou eu o único motivo da minha destruição, não sei como me sentir digna, pois sei que mesmo tentando ser não sou.
Queria poder sentar no canto e chorar sozinha, mas nem isso sou capaz, tenho que vir aqui e derramar aquilo que tanto me aflinge, a repulsa e revolta por não ser capaz de ter controle, de ser fraca e gorda, por não conseguir colocar uma calça 34 e ser feliz, por ter vergonha de ir a praia e ter nojo de olhar as fotos do passado com uma fobia imensa de voltar a ser aquilo.
Um ser monstruoso capaz apenas de causar dó e revolta daqueles que me cercavam, definitivamente hoje eu vejo eu me destruia e era feliz. Até me dar conta de que eu era aquilo, afinal monstros acham-se normais até dar de cara com seres normais, então ele decide que quer ser normal, dói tentar, o caminho é duro, tortuoso, nem todos te apoiam ou estão ao seu lado ajudando e isso dói pensar que possa ser só você no mundo, e que a luta é constante.
Hoje acho que preferia morrer, talvez o mundo seguisse indiferente a mim!!!